Dancemos
não para esquecer, mas celebrar o risco
e lembrar que somos
este corpo, este tempo, este grito
sussurrado entre zilhões de estrelas.
Dancemos para celebrar o pó
e sacudir o pó
e relembrar quão sós
estamos entre zilhões de estrelas.
Dancemos para sermos
pois somos enquanto há dança!